IPAM fortalece atuação na comunidade escolar com ação do projeto “Eu Tenho Voz” em Jundiaí

Iniciativa reúne cerca de 150 pessoas e amplia conscientização sobre violência infantil e prevenção de abusos

O Instituto Paulista de Magistrados (IPAM) ampliou sua atuação na comunidade escolar de Jundiaí ao participar, no último sábado, de mais uma ação do projeto “Eu Tenho Voz”, realizada na Emeb Antônio de Pádua Giarettta. A iniciativa reuniu cerca de 150 pessoas, entre pais e responsáveis, em uma apresentação voltada à conscientização sobre violência na infância e prevenção de abusos.

A programação incluiu a encenação da peça Marcas da Infância e, na sequência, falas institucionais com representantes do IPAM, da Secretaria de Educação e da direção da unidade escolar. Durante o encontro, foram abordados temas como o fortalecimento do diálogo familiar, a proteção de crianças e adolescentes e os riscos crescentes da violência sexual, incluindo o chamado estupro digital.

A vice-presidente do IPAM, Hertha, destacou o impacto contínuo da iniciativa no município.

“Em Jundiaí fazemos as apresentações nos colégios agendados, e depois, sempre aos sábados, fazemos para os pais dos alunos. É um trabalho que está se mostrando muito positivo. Está mudando a visão de muitos pais sobre educação, violência e prevenção contra abusos. Geralmente não tem oitivas de denúncias, mas o efeito perdura a médio e longo prazo, de acordo com as vivências da secretaria de educação”, afirmou.

O palestrante Márcio Maia, parceiro do projeto, conduziu a apresentação voltada aos pais, com foco no alerta sobre a violência sexual e na importância da prevenção no ambiente familiar.

“A importância desse tipo de ação é a possibilidade de ampliar a proteção de nossas crianças e adolescentes e a prevenção de futuros crimes. Tenho certeza que a arte sensibiliza a plateia de forma a educar e ampliar o apoio dos alunos com as figuras de referência que eles têm, como pais, mães, professores, entre outros. Quanto à apresentação para os pais, é visível o impacto positivo que o projeto causa pela forma acolhedora que a plateia recebe a mensagem e, inclusive, se identifica com histórias de pessoas que são de seu convívio e que, possivelmente, passaram por alguma experiência traumática. De fato, a arte liberta e educa a todos”, afirmou.

Para a diretora da unidade, Adriana do Tadeu, a iniciativa reforça o papel da escola como espaço de proteção e diálogo.

“Essa ação foi extremamente significativa para nossa comunidade escolar. Quando a escola e as famílias caminham juntas na conscientização e prevenção da violência e do abuso sexual infantil, fortalecemos uma rede de proteção essencial para nossas crianças. Ver os pais participando, informados e atentos nos mostra que estamos no caminho certo, promovendo não apenas educação, mas também cuidado, segurança e responsabilidade compartilhada”, destacou.

A ação integra a estratégia do IPAM de fortalecer a escuta qualificada e ampliar a rede de proteção à infância, com impacto que se estende para além do ambiente escolar, alcançando famílias e promovendo mudanças de comportamento a médio e longo prazo.

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